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terça-feira, 30 de abril de 2013

Uma inquietação... um burburinho por dentro roubava a atenção da organização dos papeis... na minha mente palavras imagens atravessavam-se...não podes adiar mais....toque quente de tua boca . . . sabor intenso . . . papeis . . . obrigações . . . dever. . . . quando já tudo estava baralhado decidi desistir  desliguei a luz. . . . acendi umas velas pela casa... servi-me uma dose com gelo e gotas de limão... o doce e ácido sempre me deram prazeres . . . 
despi-me e olhei-me no espelho de 2 metros . . .  demoradamente enquanto a combinação doce, ácida e gelada percorriam a minha garganta . . . apenas as três velas iluminavam . . . percorri tranquilamente as minhas curvas como que descobrindo pela primeira vez e amando cada recanto . . .o toque suave. . . as doces marcadas do tempo que tornavam reais a minha vivência, a minha existência. . .a água já corria o vapor envolvia-me, puxando-me . . . o quente fez um arrepio de prazer percorrer meu corpo . . . deixei a água correr fechei os olhos e senti o teu corpo colado ao meu tuas mãos percorrendo-me, sentindo-me . . . senti a tua excitação a aumentar a cada recanto que descobrias . . . a água percorria-me o corpo. . .

sábado, 27 de abril de 2013

Noite alucinante

uma troca e baldroca de planos transformou uma sexta-feira num fenómeno inesquecível. Um convite para jantar com promessa de uma festa, depois de um sim muito tardio e em cima do acontecimento as forças e a vontade perderam-se, mas não voltaria atrás. Não me preocupei com a roupa, com a maquilhagem  . . . umas calças pretas com uns toques de brilhantes uma túnica com mangas a 3/4, sem decote sequer . . . apenas um toque no cabelo e em companhia de 4 garrafas de vinho fui. O jantar revelou-se agradável e o vinho um surpresa estonteante. Fiquei feliz por não me ter produzido iria sobressair e não me interessava isso, apenas dançar deixar-me levar. A noite já entrará quando chegamos à festa, nas veias o vinho começava a fazer-se sentir. demorei a aquecer, a música não me chamava. Estudei o que me envolvia. . . pessoas, muitas pessoas diferentes maioria muito descontraída, algumas super produzidas. . . mulheres, amigas se divertindo . . grupos de amigos bebendo e olhando . .  namorados, casais. . . a música foi entrando em mim, o bacardi cola ajudou a recordar um prazer passado, o gosto, o sabor era o mesmo gravado há muitos anos na minha memória.  Numa das idas ao bar o teu olhar cruzou-se com o meu, em lados opostos a música comandava o meu corpo e o teu olhar 
prendeu-se em mim, fiquei o tempo necessário para que os teus olhos se colassem a mim e já servida regressei ao meu grupo. No meio de todos destacavas-te. . . camisa branca, gravata vermelha. há alguma coisa num homem de jeans, camisa e gravata que me tira do sério . . . estavas acompanhado por alguns amigos e uma 
mulher mas o teu olhar procurava-me enquanto dançavas com ela, não me preocupei não te via aliança parecia mais um engate da noite. Não deixei de dançar de pular, divertir-me rir, beber. Uma vez mais no bar mas uma vez lados opostos, querias o meu número mas não te daria, afinal apenas pretendia divertir-me no ali e agora. . . provoquei-te como só eu sei sem que nada mais sem que mais ninguém disso se apercebe-se a noite chegava ao fim . . . e eu não comandava o meu corpo os meus desejos mais do que loucura apenas queria um beijo, segurei o teu olhar enquanto caminhava de forma segura para o jardim. Sentei-me e deixei que a brisa fria me acalma-se o desejo sedento do corpo. No meio da névoa vi-te aproximar, camisa branca gravata vermelha passas-te por mim e disseste onde ias. Este era o momento ou seguia-o e provava o sabor daquela boca ou virava costas. Seria loucura que estaria eu a  fazer, engatar numa discoteca. . . deixei o desejo apoderar-se de mim e segui o caminho, perfeito um recanto perfeito encostei-me à parede e esperei... senti aproximares-te e abri os olhos, não te deixei falar, não queria ouvir a tua voz, saber o teu nome, que mulher era aquela. . . queria apenas e somente ser beijada. Deixei a tua boca sentir o sabor doce e quente da minha,
 as tuas mãos procuraram de imediato as minhas mamas . . . aqueles segundos souberam a uma leve eternidade . . .beijei-te uma vez mais e sem nada mais dizer virei costas de voltei para a pista de dança, os teus olhos seguiram-me. Demoras-te aparecer, fizeste questão de passar por mim ignorei-te para sentires o desejo a aumentar . . . A hora chegou a viagem seria longa, partimos. . . mas nesta noite sei que a beijas-te pensando em mim, arrancas-te a sua roupa. . .  possuíste-a pensar no meu cheiro, na minha boca. . . mim.


domingo, 21 de abril de 2013

Fernezim

a semana terminará um fernezim percorria-me o corpo não só porque o fim de semana chegara e com ele todos aqueles encontros misteriosos e transcendentes, mas porque me via livre das amarras do trabalho e podia em fim beber...sugar aquelas palavras...explorar, desvendar mais...esperei ver-te sem te ver, esperei sem esperar esperar-te. Rebolei na cama...
corria um vento quente que deixava o meu corpo já fervente à beira do limite . . . um duche, um frio duche acalmaria o meu fernezim . . . . deixei a água percorrer cada canto e recanto demoradamente, perdi a noção do tempo e voltei a deitar-me ainda molhada . . . mas na minha mente inquieta continuava a rodar o filme que fizemos a quatro  mãos . . . não podia lutar mais deixei me ir. . . senti os meus olhos a serem vendados por ti, o teu perfume fez me sentir-te . . . as tuas mãos percorreram o meu corpo, toque suave e húmido . . . . tua boca descobriu o meu pescoço, a tua mão os meus cabelos . . . a cada instante um murmurar mais intenso, como ondas de choque meu corpo contorcia-se . . . o toque frio tornou o meu mamilo mais erecto,
apenas para a tua boca quente o abocanhar, as tuas mãos percorriam as minhas cochas , fazendo-me chamar por ti, torturas-te um pouco mais....mas por fim acedes-te ao meu chamamento calas-te-me a boca com a tua, ..a loucura era agora a minha dona, queria sentir-te, queria também eu percorrer o teu corpo, descobrir cada recanto, fazer-te arrepiar, murmurar, chamar por mim... queria possuir-te comandar-te...olhar nos teus olhos espelho do desejo que sentias....sentir-te entrar em mim...apertar-te...empurrar-te...abocanhar-te . . . . gemer. . . gritar. . . .


Estás me a levar . . . 



à loucura . . . 



O que fazer?

domingo, 17 de março de 2013

Mundo Mundano - Encontro

Depois da sms recebida com as breves palavras "eu espero por ti acordado" o coração começou a bater num ritmo mais acelerado. Não podia desmarcar nada sem levantar qualquer suspeita, mas toda aquela ansiedade aumentaria a cada minutos daquele dia, seria eu capaz de aguentar?! Uma tortura sem fim, o pensamento vagueou vezes sem fim durante aquele dia. A tua boca, o teu cheiro, a tua voz....iria eu conseguir aguentar?! O fim da noite chegava finalmente.... o inicio estava prestes a começar. As ruas estavam desertas, o meu caminhar marcava o compasso..."estou a caminho"...a cada passo que dava naquela rua deserta o meu corpo estremecia, a camisola vermelha de seda roçava levemente nos meus seios, o frio  envolvia o meu corpo mas nem isso arrefecia o meu calor que aumentava a cada instante.

A boca secava..... dava por mim a morder levemente o lábio...as contracções de desejo aumentavam.... o calor aumentava dentro de mim..."Abre" ..em segundos a porta da rua abriu-se, em seguida um ranger profundo e o meu coração parou. 
Entrei e não te vi, a porta fechou-se antes que me vira-se as tuas mãos agarraram-me, fechei os olhos, respirei fundo e senti o teu cheiro... chegas-te finalmente - sussurras-te-me ao ouvido. Nesse momento todo o meu corpo estremeceu uma vez mais, os bicos dos meus seios ficaram ainda mais duros, sedentes do teu toque. A tua voz ao fim de tanto tempo continuava a enfeitiçar-me, senti o calor a aumentar dentro de mim. O casaco, a mala tudo ficou ali no meio do chão...beijas-te o pescoço, os teus lábios continuam iguais, a tua língua fazia círculos na minha nuca, apenas conseguia gemer... hummm.... hummmm. As tuas mãos  agarram os meus seios por cima da seda fria. Naquele momento quis ser possuída por ti, ali mesmo...procurei o te mas afastas-te..."não, ainda não" sussurras-te-me ao ouvido. 
Conduziste-me à sala, apenas a luz da televisão iluminava aquele espaço...olhas-te-me nos olhos e procuras-te a minha boca, as nossas línguas entrelaçaram-se, as minhas mãos procuraram o teu corpo, despi-te a camisola beijei o teu pescoço demoradamente, enquanto as minhas mãos percorriam as tuas costas fazendo desenhos desconexos  beijei o teu peito, entrelacei a minha língua nos teus mamilos, ouvindo-te gemer hummm "é tão bom"...num segundo os nossos corpos ficaram livres da roupa. deitei-me no sofá e percorres-te o meu corpo com a tua boca... a cada instante os meus gemidos eram mais altos, as tuas mãos procuraram o meu calor...cada canto do meu corpo estremece, geme. Puxas-te-me para perto de ti e num movimento só penetras-te-me não me consegui conter e num tom seco gemi "desejei isto o dia todo hummmm, ai não pares". Em perfeitos movimentos sentia-te a entrar dentro de mim... em cada instante o meu corpo estremecia...estava hora de assumir controlo conduzi-te ao quarto, provei mel que deixei em ti, olhei-te enquanto o beijava, o chupava. 
Os meus olhos transformaram-se, o controlo era meu...penetrei-te bem fundo fazendo-te gemer bem alto...cavalguei em cima de ti.... a tua voz penetrava em mim fazendo-me sentir cada vez mais excitada (sempre soubeste o que dizer), as tuas mãos agarravam-me com a intensidade perfeita,  a cada balanço o descontrolo aumentava...o êxtase ..soltei um gemido rouco e profundo, o corpo tremeu... as tuas mãos serpentearam o meu peito... êxtase intenso...por segundos minutos fiquei imóvel sentido-te dentro de mim, abocanhando-te por dentro....ouvindo-te gemer de cada vez.....a intensidade, o êxtase esgotou-me e os segundos, minutos passaram sem que sentisse nada.....

(este é um dos Mundos...a noite não terminou por aqui..tornou-se mais intensa...mas terá de ficar para um segundo capitulo)